Postado por Monolice, January 20th, 2011
O meu segundo dia na Campus Party 2011 foi marcado por algumas surpresas. A primeira delas o restaurante – não sei como, mas conseguiram reduzir as filas para as refeições!
Comecei o dia com uma bela palestra de John Maddog Hall, presidente da Linux International. Na primeira edição do Campus Party que participei, já havia conhecido o trabalho dele, e desde então passei a acompanhar, inclusive lendo as matérias muito boas que ele escreve na Linux Magazine. Dessa vez, ele veio falar sobre o Projeto Cauã, que poderá abrir muitas possibilidades tanto para área de software livre quanto para os profissionais da área.
Não houve mais apagões – agora tem geradores a disposição para o caso de uma queda. Porém, houve quedas na rede, o que ocasionou protestos em frente a sala transparente dos servidores da Telefônica.
Também adquiri o livro de Steve Wozniak, contando a história da Apple do ponto de vista de um dos fundadores – Steve Wozniak fundou a Apple junto com Steve Jobs – e durante a compra me informaram que haverá a noite de autógrafos, logo após a palestra de Steve Wozniak no sábado.
As palestras seguem a todo vapor, há promoções o tempo todo, mal dá tempo de acompanhar. E que a Santa Banda Larga proteja nossas conexões nos próximos dias!
Ponto alto: Projeto Cauã por John Maddog Hall no Momento Telefônica
Ponto baixo: Queda da rede apenas na minha bancada!
Postado por Monolice, January 18th, 2011
Para a terceira edição do Campus Party que eu participo, devido a tanta divulgação, eu realmente esperava que problemas verificados em outras edições novamente não se repetiriam.
Devido a conhecida megafila para entrar no primeiro dia, eu resolvi que viria apenas na terça, e qual minha surpresa ao conhecer as novas filas. Para o meu credenciamento, cuja vaga já estava garantida, não tive problemas, mas minha irmã, que foi uma das escolhidas naquelas 300 entradas de sábado, foi encaminhada para uma fila – de incidências – e quando finalmente foi atendida, foi encaminhada para outra. Isso porque ela perguntou antes para onde ela deveria ir. Essa é uma falha constante, a falta de informações. É dificil achar alguém que saiba uma informação precisa.
Depois disso, fomos ao famoso Catering. Aqui, novas esperanças arruinadas. Embora eu tenha pago por dois pacotes, meu nome e do meu noivo não estavam na lista. E o pior de tudo, a fila. Na hora do almoço, tinha uma fila quilométrica para almoçar – o que prova que embora tenham mudado para um refeitório maior, os problemas de filas, reposição lenta de comida, continuam. No horário que eu fui, apenas dois buffets operavam, subdividindo a fila maior em quatro, o que não foi suficiente para reduzir o horário na fila. Da comida não tenho reclamações – a não ser do problema da reposição, muito lenta. Também achei errado darem o refrigerante antes de servimos a comida. E cadê o suco? Parece que lembro de ter lido algo a respeito.
Além disso, houve duas quedas de energia na Campus Party – uma por causa de um acidente, e outra sem explicação satisfatória por parte da Eletropaulo.
A Campus Party vem crescendo sim – mas ainda tem muito para melhorar se for continuar a aumentar o número de vagas disponíveis. Na Arena mesmo, está impossível conseguir uma vaguinha. As áreas de palestras merecem elogios, pois ampliaram os espaços e aumentaram o número de cadeiras.
Pontos Altos: Momentos Telefônica
Ponto Baixo: Queda de Luz e Filas
Postado por Monolice, December 20th, 2010
Hoje estou iniciando uma nova série, falando em releitura – o ato de ler um livro novamente.
Eu tenho esse hábito meio estranho de ler um livro mais de uma vez se gosto dele, e isso aconteceu com a série Becky Bloom de Sophie Kinsella.
Depois de muitas meses de namoro, finalmente consegui comprar todos os livros, ao invés de ficar lendo no computador, e resolvi aproveitar para ler de novo.
O livro conta a história de Rebecca Bloom, jornalista especialista em finanças, mas que não consegue controlar o próprio dinheiro. E isso porque ela adora comprar, e tem um milhão de cartões de crédito diferentes.
Ela trabalha em uma publicação mensal chamada Successful Savings, e frequenta coletivas de imprenssa das grandes empresas de finanças, escrevendo matérias baseadas nos Releases que ganha nas coletivas. Becky é uma completa fraude (ou não).
Tudo foge ao controle quando ela começa a desmarcar reuniões com o gerente de seu banco, esconder suas contas de cartões de crédito, e mentir cada vez mais para todos ao seu redor – sua amiga Suze, seus pais, os vizinhos amigos da família Janice e Martim. Seu mundo de compras desmorona – e ela precisa encontrar uma solução para limpar seu nome na praça. E quando se trata de criatividade, Becky Bloom tem de sobra!
O que mais me atrai neste livro é o quanto a história é realista e verdadeira. Quem nunca se viu em um impasse financeiro? Quantas pessoas por aí são inadimplentes? Becky Bloom é uma inspiração e um consolo para o consumismo feminino, ainda mais quando todos os dias somos bombardeadas com produtos atraentes e preços relativamente acessíveis.
A escrita de Sophie Kinsella tem uma linguagem simples e cativante, e nos leva acreditar que a história possa a ser autobiográfica, embora a própria Sophie afirme categoricamente que mantém um “relacionamento saudável” com o gerente de seu banco. Becky Bloom é leitura recomendada!
Os livros podem ser encontrados em uma média de R$30,00, o primeiro volume tem inclusive duas edições disponíveis, uma de bolso, da Best Bolso com a capa do filme; e a edição convencional da Editora Record.

Postado por Monolice, December 15th, 2010
Um assunto sobre o qual eu nunca falei aqui antes, é sobre meu trabalho. Até uns dois meses atrás, eu era estagiária, e recentemente fui efetivada na mesma empresa e ganhei algumas liberdades, entre elas o Home Office.
Hoje em dia as pessoas procuram conciliar qualidade de vida e produtividade, em relação ao trabalho, e o Home Office é um grande benefício nesse sentido. Mas é importante tomar cuidado, pois há benefícios e desvantagens ao trabalhar de casa.
Fato é que não há nada como o conforto do lar, mas trabalhar de casa exige regras. Deve-se procurar realizar as atividades que você normalmente realiza da empresa no mesmo horário, manter o ritmo de trabalho e não se distrair com facilidade. A família deve ser avisada que você está em casa, mas não está de folga, e não deve ser perturbado durante o horário de trabalho. Faça as mesmas pausas que está habituado a fazer na empresa, como almoço e café. Ter disciplina é fundamental para atender a demanda de trabalho e ser produtivo.
Eu particularmente acho que quando trabalho de casa, sou até mais produtiva que na empresa. Eu procuro manter o foco no que estou fazendo, e encarar realmente como trabalho, tentar fazer sempre o mesmo ou melhor do que faria dentro da empresa.
Mas também não adotaria o modelo Home Office para todos os dias, isso porque acredito que o contato com a empresa e com os colegas de trabalho são importantes para o funcionário, e trabalhar de casa corta um pouco o convívio e os costumes do dia a dia da empresa.
Levando-se tudo isso em conta, a mudança de filosofia das empresas tem sido muito boa para seus funcionários. Quando eu trabalho de casa, ganho mais folego para as tarefas do dia a dia, e fico muito feliz e satisfeita com o meu trabalho. Recomendo mesmo!
Postado por Monolice, December 14th, 2010
Acho que já comentei anteriormente que desde que a moda vampiresca pegou, eu decidi que ia ler todos os livros de vampiros que aparecessem por aí.
Até agora, eu diria que estou indo bem. E o escolhido de hoje é a Série Evernight, de Claudia Gray.

Minha humilde coleção dos três livros lançados
Eu comecei a ler os livros por influência de uma amiga minha, que comprou o volume um. Como ela não tinha lido ainda porque estava ocupada com outro livro, lá fui eu ler.
O primeiro livro chama-se Noite Eterna e narra a história de Bianca Olivier e sua mudança de sua cidade natal pequena para a escola secular Noite Eterna, onde seus pais farão parte do corpo docente lecionando.
Na primeira parte do livro, Bianca não quer ficar na escola, resolve fugir e conhece Lucas Ross, que também é aluno da escola, no começo dando a entender que contra sua vontade, devido a uma dívida de honra da família. A Escola Noite Eterna é famosa por selecionar cuidadosamente seus alunos, mas a verdade é que a Escola é um retiro de vampiros, que se matriculam para aprender sobre o mundo moderno. Alguma semelhança com House of Night? Muito leve – as edificações são meio tenebrosas pela descrição, dos dois casos, mas pelo menos as disciplinas ensinadas diferem bastante.
Ironia do destino, amor à primeira vista, etc, como toda boa adolescente, Bianca se apaixona por Lucas. E aí começam as revelações vampirescas, que logicamente não vou descrever aqui para não fazer spoiler.
O que há de novo e inusitado nessa romance? Não muita coisa, um elemento surpresa aparece mais para frente, inserindo Fantasmas na história, mas já vimos isso com Anne Rice, embora a visão aqui seja diferente.
E agora você me pergunta: se o livro é assim como você disse, porque você comprou os três volumes, certo?
Porque assim como House of Night, a história foi melhorando. O começo foi fraco, sem embasamento, principalmente as explicações da paixão avassaladora de Bianca por Lucas, e as explicações vampirescas, mas dá para descontar, pois foi plano de fundo para algo maior, e no terceiro volume já deu pra perceber que talvez o final não seja previsível como deu a entender no começo da série.
A série tem previsão de acabar com o quarto volume, previsto para ser lançado no primeiro semestre de 2011 sob o título “Afterlife”, nome bastante sugestivo. Só isso para mim já é bom, pois não gosto de autores que ficam enchendo lingüiça para arrecadar mais dinheiro. Pelos menos Claudia Gray tem um propósito para o livro e pretende cumprir.
A pergunta final é: você recomenda o livro? Depende. Se você é o tipo de pessoa que gosta de ler algo mais leve de vez em quando, eu recomendo, pois é uma leitura fácil e divertida. Agora, se você é crítico demais, e não suporta livros que não expliquem a história direito, já não recomendo.
A série pode ser encontrada a um preço médio de R$20,00 e já tem três volumes publicados pela editora Planeta do Brasil.